sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Origem !!!



Você já ouviu alguma lenda urbana? Provavelmente sim, mas talvez nem saiba que aquele historinha, as vezes com uma dose de suspense ou terror, sobre coisas estranhas, fatos duvidosos e etc, seja um lenda urbana.

Mas em sua maioria sim, são lendas urbanas. E por apresentarem ingredientes que induzem ao sobrenatural, ou então situações que ocorreram com "fulano, amigo de cicrano, parente de sei lá quem" ou contadas como "causos", esse conjunto de histórias caem no conhecimento geral das pessoas. Fazendo com que sejam rapidamente transformados em folclores contemporâneos.

O caráter urbano dessas lendas, refletem uma nova realidade. As velhas histórias de Sacipererê ou Bruxas, de caráter mais provincial, dão lugar a uma temática mais ligada a cidade, lugar onde a maioria da população mundial vive atualmente, fazendo com que esse grandes centros criem seus próprios mitos, suas próprias lendas.

E no final do século XX, começo do século XXI, a propagação dessas lendas ganhou um forte aliado: os "spams". E-mails que quase todos já receberam, repassados várias e vários vezes, que tratam sobre correntes, casos aterrorizantes, entre outros. É a tecnologia contribuindo para a divulgação de lendas urbanas.

Escreva para leurbanas.new@hotmail.com .

Veja outros sites de Lendas Urbanas



http://urbanlegends.miningco.com/ | site em inglês

http://www.ulrc.com.au/ | site em inglês

http://www.snopes.com/toxins | site em inglês

Risadas na Madrugada

Essa foi uma lenda enviada por ccallista@bol.com.br de SP:

"Havia um casal que tinha acabado de se casar e se mudar pro novo lar. No quarto de casal ainda não tinha decoração, só a cama e o guarda-roupa. Então resolveram passar numa feira pra comprar alguns objetos.

Aí acharam um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama.

Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele cutuca a mulher e pede pra ela parar de rir, que ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir.

Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho.

Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no carpete. Quando o marido acendeu a luz, olharam pra parede e tomaram um susto: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas..."

Agulha no cinema

Cuidado freqüentador de cinemas e teatros! Em São Paulo aconteceu de um rapaz entrar em um cinema, e ao sentar-se sentiu uma espetada. Quando passou a mão na cadeira achou um alfinete e um papelzinho que dizia: "Bem vindo ao mundo real, agora você também faz parte do mundo do soro-positivo".

O rapaz desesperado fez os testes e realmente foi confirmada que ele tinha o vírus HIV, a agulha estava contaminada.
Por isso ao irem ao cinema ou ao teatro prestem muita atenção antes de sentarem.